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Tubarões, nossos irmãos do mar

Entre várias histórias incríveis divulgadas no “The Dodo”, site dedicado a publicar vídeos e informações bem interessantes sobre os animais, há a da  mergulhadora Cristina Zenato que já retirou mais de 300 anzóis do corpo de tubarões ao longo de sua vida, que é dedicada a esses indivíduos marinhos que são vitais para o ecossistema.

Com a intenção de tornar a vida deles um pouco melhor, ela começou o trabalho com os tubarões que já conhecia. Em pouco tempo, começaram a aparecer tubarões desconhecidos para serem ajudados, o que a fez chegar à conclusão de que, sim, eles se comunicam.

A mergulhadora relata que se sente feliz, satisfeita e aliviada cada vez que tira um gancho e que os animais mudam o comportamento depois da retirada. Certa vez, um deles parou de nadar e ficou quase no colo dela, olhando-a. Cristina fala que ali sentiu confiança e, claro, a sua vulnerabilidade.

Não por acaso, a roupa de mergulho que usa possui aço inoxidável para prevenir acidentes com mordidas.

Conforme vamos lendo os relatos de Cristina Zenato, nos deixamos envolver pela compaixão que ela sente pelos animais e o amor e gratidão que eles passam a demonstrar por ela. 

No livro “Plenitude”, de Divaldo Pereira Franco, no capítulo V, temos a seguinte instrução que, por observação,  constatamos na história de Cristina: “Mesmo os animais selvagens, sob domesticação, tornam-se amigos. Recebendo a vibração do amor alteram a constituição do instinto agressivo, mudando de comportamento, o que atesta a presença do psiquismo divino em germe, em tudo e em todos.”

Quando o amor regular as relações dos homens com os animais, passaremos a viver a paz que tanto buscamos na Terra, porque é dando que se recebe.