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Tempos remotos

“Como foi que se completou essa gênese da alma? Por quais metamorfoses terá passado o princípio inteligente antes de atingir a humanidade? Eis o que o transformismo nos ensina com evidência luminosa. Graças ao gênio de Lamark, de Darwin, de Wallace, de Haeckel e de todo um exército de sábios naturalistas, nosso passado foi exumado das entranhas do solo. Os arquivos da Terra conservaram ossaturas de raças extintas, e a ciência reconstituiu a nossa linha ascendente, a partir da atualidade, em sentido regressivo, até os períodos multimilenários que presenciaram a eclosão da vida no planeta.” Gabriel Delanne no livro Evolução anímica. 

Foi em 1676 quando encontrado o primeiro osso de dinossauro na Europa, o fêmur de um megalossauro, que essa jornada começou. Claro que muitos fosseis foram encontrados antes desse, por povos de diversas partes do mundo, sem saber do que se tratava. Sendo muitas vezes atribuídos a divindades místicas devido aos tamanhos gigantescos. (fonte: Max Lager paleontólogo e livro “The natural History of Oxford-Shire de Robert Plot de Robert Plot)

E com o tempo uma variedade enorme de espécimes (vegetais e animais) vem sendo descobertas, entre as últimas está a de partes de um titanossauro, que segundo o portal G1 foi encontrado em abril deste ano durante as escavações de uma ferrovia no Maranhão, este animal viveu há mais de 90 milhões de anos.

“A Terra deixou de ser aquele mundo misterioso que a varinha de um mágico fez explodir um dia, equipado de animais e plantas, pronto para receber o seu suserano – o homem… O Espiritismo aclarou o nosso futuro a desdobrar-se pelos céus infinitos. Graças a ele, sentimos palpitar a alma de nossos irmãos, entrevemos outras humanidades celestes.  Em toda a criação nada existe de ilógico, de arbitrário, que venha destruir a grandiosa harmonia das leis eternas. Não há necessidade de apelo ao milagre para explicar a criação: é bastante observar as forças universais em sua constante atividade. As formas, tão diversificadas, dos seres vivos, animais ou vegetais, são, todas elas, devidas a duas causas permanentes, que jamais deixaram de atuar e continuam a manifestar o seu poder: a influência do meio e a lei de seleção, o que vale dizer – a luta pela vida.”