Resgatados


No Santuário ASSEAMA, abrigamos e mantemos 176 animais domésticos e silvestres que foram resgatados do abandono e maus tratos.

Conheça aqui a história de algumas dessas crianças animais

Elza

Meu nome é Elza. Ganhei este nome ao chegar no Santuário Asseama. Sou uma coelhinha da raça Lion. Passei os primeiros anos da minha vida como atração de um hotel fazenda.

Acredita que acharam que eu faria mais sucesso sem as minhas orelhinhas? E assim, um dia, um dos funcionários do hotel cortou minhas orelhas.

Depois desse dia comecei a sentir muitas dores, pois devido ao que me fizeram passei a ter várias infecções e não me davam nenhum tipo de remédio, nem para as dores, nem para que eu sarasse da infecção. Vivia constantemente sangrando. Então me deixaram escondida em uma gaiola, mas lá era muito sujo e muito frio.

Algumas pessoas ficaram sabendo do meu sofrimento e do sofrimento dos meus irmãos e foram nos salvar. E foi assim que eu e muitos dos meus  irmãos chegamos ao Santuário Asseama. Lá ganhamos uma casa só para nós e passamos o dia brincando no gramado e fazendo nossas toquinhas.

Hoje comemos ração e legumes fresquinhos. Ah e também tem as verduras. Porém, estou em constante tratamento porque tenho dores de ouvido crônicas. Me contaram que é porque não tenho orelhas e meus ouvidos ficam muito expostos.

Você pode me ajudar?

Custa muito caro manter meus remédios e a alimentação. Espero poder contar com você, para ajudar o Santuário a cuidar de mim. 


Tuca

Oi. Sou a Tuca.

Quando eu era pequena fui atropelada numa cidade do interior de São Paulo. Por causa disto quebrei uma asa. Uma moça muito bondosa me resgatou.

E então ela notou que sou cega de um olho, mas ela não conseguiu descobrir se foi pelo atropelamento ou se eu já era assim. E como eu era pequenininha não me lembro como eu fiquei assim.

Morei na casa dessa moça por alguns anos. Foi quando a veterinária que cuida de alguns animais da minha antiga casa disse que conhecia um lugar aonde eu poderia viver em um recinto adaptado e que eu seria muito feliz. Estou há alguns meses no Santuário Asseama, passei por vários exames, inclusive, finalmente descobriram o que tentei dizer o tempo todo: sou uma fêmea e não um macho como todos me consideravam. Passei pela fase de adaptação e agora só aguardo o calor voltar para que eu possa ir em definitivo para um recinto adaptado as minhas necessidades.

Não tenho gastos com despesas médicas, porém, a ração de silvestres que eu como é muito cara e eu sou tão gulosa que eu acabo com ela rapidinho.

Você pode me ajudar?

Ajude o Santuário Asseama na compra da minha ração. Valeu hein!

 


Willy

Oi, eu sou a Willy. Morava em uma casa com meus pais e meu irmão. Um dia escapei para a rua e fui atropelada. Tudo ficou escuro e quando acordei não podia mais mexer minhas pernas. Não entendi quase nada do que o veterinário falava para meu pai, algo como fratura e coluna.

Mas uma coisa eu entendi. Ele disse que eu não mexeria mais minhas pernas. Olhei para ele que disse ao veterinário que não me queria assim e mandou me matar.

Fiquei muito triste ao perceber que meu pai não me queria mais. O veterinário disse que não me mataria e meu pai foi embora e nunca mais voltou.

Um dos médicos que cuidou de mim trabalha voluntariamente no Santuário Asseama. Nem acreditei quando conheci minha nova casa. Ganhei um canil todo especial só para mim. O piso é todo emborrachado para que eu não me machuque quando eu me arrasto. Tenho uma rampa que me leva para um gramado aonde eu posso brincar no sol. Sou uma menina muito encrenqueira. Não aceito dividir meu espaço com ninguém. Todas as tias que cuidam de mim me adoram no santuário, menos no dia que tenho que ser tosada. Odeio ser tosada, daí viro uma fera. Nem adianta as tias me contarem que os meus pelos crespinhos estão cheios de nó e que posso ter feridas na pele. Só com remedinhos para dormir elas conseguem chegar perto de mim. Quando eu acordo do meu soninho estou sem minhas longas madeixas, mas é um alivio, admito, poder sentir o vento na minha pele e ter este cheirinho bom que elas colocam em mim. Aqui tenho tudo que preciso. Apesar da minha deficiência tenho boa saúde, mas é porque as tias são bem cuidadosas com a minha higiene, alimentação e sempre cuidam das constantes infecções de urina que tenho.

Para me ajudar criaram uma CAMPANHA ESPECIAL, e eu CONTO COM A SUA AJUDA!


Centro Espírita e Santuário