BEM-VINDO À REVISTA ESPÍRITA ASSEAMA

Que frutos escolheremos colher?

A Lei do Carma é inexorável: a cada ser cabe a colheita de seu próprio plantio. Não há como se esquivar do retorno do resultado de suas ações individuais ou coletivas. Aconteceu com nossos irmãos espirituais que residiam em Capela. Por não acompanharem a evolução dentro dos parâmetros do amor universal, contidos nas Leis Divinas, sofreram
a imposição do exílio.
Foi um “mal” necessário para servir como ferramenta de burilamento dessas consciências mergulhadas em seus próprios sonhos de me-
galomania e vaidade. Um doloroso despertar se faria através de um novo ciclo de encarnações, agora no Planeta Terra.
Almas em choque e em sofrimento extremo, conduzidas à presença do Cristo, foram por Ele confortadas e esclarecidas que a punição nada mais era que um processo de reciclagem.
A duração dependeria do empenho de cada um em seu próprio desenvolvimento moral. Mas contavam então com esse novo orbe como sagrado educandário, oportunidade divina de misericórdia e de amor. Iriam auxiliar espíritos nativos em seu crescimento intelectual e social, agregando valores de solidariedade e fraternidade, tão necessários aos seus corações. Ao fim de seus débitos cármicos, poderiam retornar ao seio de seu lar e a seus afetos, se quisessem. Assim foi feito.
Transformações e adaptações ocorreram em seus corpos espirituais para se adequarem às novas encarnações. Um caminho a ser trilhado de forma lenta e gradual, repleto de choro e ranger de dentes, que fixaria o principal pilar da evolução espiritual: a moralidade.
Nas noites limpas e nas planícies desertas, lágrimas clarearam o olhar de arrependimento e dor daqueles que instintivamente ansiavam pelas estrelas.
Queridos irmãos espirituais! De seus esforços surgiram os princípios da Ciência, da Filosofia e da Religião: a civilização egípcia, a organização hindu, a religião hebraica foram bases dessa transformação.
Eventos relatados por Emmanuel em “A Caminho da Luz” mostram que o mal, utilizado para o bem, é a prova de que Deus sempre se serve dos acontecimentos como degraus para evolução de cada Ser.
Na próxima edição, veremos como se constitui um planeta de regeneração.
Até lá, caro leitor e amigo de jornada!