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De volta ao verdadeiro lar

Amigo leitor, o mais interessante ao estudarmos as notícias históricas de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” é compreender que, embora sejam tradições da época de Jesus, muitos comportamentos ainda hoje se refletem na humanidade. 

Ao estudarmos o povo saduceu, por exemplo, que se formou 248 anos antes de Cristo, por intermédio de Sadoc, observamos  que se tratava de um povo que não acreditava na imortalidade. Entendiam que temos uma única vida que se extingue com  a morte do corpo. Dessa forma, acreditavam em Deus, porém, entendiam que a providência divina se referia às recompensas desta vida unicamente.

Ainda hoje, somos surpreendidos por nós mesmos quando buscamos o amor divino, refletindo-se em nossos desejos imediatos. Espíritos em aprendizado ainda, temos dificuldade de compreender que a reencarnação, além de tudo que ela abrange no que se refere à matéria, é apenas meio para evoluirmos ou, seja, expandirmos a consciência. 

A morte do corpo físico é uma ponte para a verdadeira vida que é a do espírito. Deus nos ama como somos e onde estamos e Seu amor é tão profundo e magnânimo que tudo fará para nos levar, filhos tão amados, à felicidade absoluta do reino angélico, nos favorecendo com Seu amor nos processos de evolução.

Quando compreendemos isso, abrimos campo para a verdadeira conexão com Deus e começamos a sentir desde já o reflexo da felicidade que nos aguarda em Seu seio Paterno.