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As transformações na Terra

… Há muitas moradas na casa de meu Pai …”    

(Jesus Cristo, em João, Cap. XIV, v 1,2,3 )       

Jesus Cristo, junto aos inúmeros espíritos, operários celestiais, que chamaremos de engenheiros siderais, iniciam os estudos para constituir a vida em seus primórdios de inteligência e que viriam habitar este planeta. 

O ideal de beleza foi perseguido no que se refere às edificações celulares desde sua origem; junto com a ordem os traços inconfundíveis de toda Criação. As formas preestabelecidas de todos os reinos da natureza, a manifestação de fluido de vida e suas construções celulares obedeciam aos rigores dos planos concebidos por Jesus.     

Uma camada de matéria gelatinosa encobre toda a crosta terrestre. O protoplasma cobria toda extensão do planeta, servindo como celeiro sagrado para as novas formas de vida.  Os primeiros habitantes terrenos são as células albuminosas, amebas e todas organizações unicelulares que se manifestam no oceano, onde encontram o elemento oxigênio em abundância e desenvolvem o primeiro sentido: o tato. Pacientemente, comungam as associações celulares, aglomerados que, mais tarde, originariam seres mais complexos. Milhares de anos se passaram até a conquista das formas com elementos de nutrição, conservação da existência, ensaios de circulação, respiração, sistema nervoso e reprodutivo. 

Em todo orbe, alocações das placas tectônicas dão formato aos oceanos e extensões de terra firme. 

Os crustáceos terrestres são prolongamentos dos crustáceos marinhos; depois, batráquios que trocam a água pelas regiões lodosas e firmes. Os trabalhadores do Cristo ensaiam novas formas dando origem a seres assombrosos, experimentos que combinam substâncias e formatos visando a adequação dos instrumentos que poderiam se expressar
e evoluir no novo mundo. 

Eliminou-se o que era impróprio e estranho, consumou-se os tipos adequados à Terra em todos os reinos. Veremos, a seguir, conforme relata o livro  “A Caminho da Luz”, de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Emmanuel, a sequência de eventos que permitiu o acolhimento dos espíritos na fase de humanidade em corpos projetados para facilitar sua interação com o meio ambiente e sua evolução. Até lá!