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A incredulidade de Tomé

No mês que marca  a ressurreição do Messias, nos deparamos com a falta de fé de Tomé na primeira aparição do Cristo para os discípulos.

Tomé era um dos doze apóstolos, chamado Dídimo. Ele não estava com os outros discípulos quando Jesus apareceu para o grupo pela primeira vez. Os apóstolos lhe disseram que tinham visto o Mestre. Ele, porém, lhes respondeu: “Se eu não vir em suas mãos os sinais dos cravos e se não puser meu dedo no lugar dos cravos e minha mão no seu lado, não acreditarei”.

Oito dias depois, estavam os discípulos novamente na mesma casa e Tomé estava com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”.

Finalmente, ele apareceu aos onze, quando estavam à mesa, e falou sobre a incredulidade e dureza de seus corações, por não terem dado crédito aos que tinham visto O ressuscitado. Depois disse a Tomé: “Põe aqui teu dedo
e vê minhas mãos! Estende a mão e põe no meu lado. E não sejas incrédulo. Crê”. Respondeu-lhe Tomé: “Senhor meu e Deus meu“. Jesus disse a Tomé: “Porque me viste, creste. Bem-aventurados os que não viram e creram. Tomé foi desafiado por Jesus a tocar as suas chagas. Embora essa frase tenha partido de Tomé para os discípulos, ele se manteve imóvel sob a autoridade do Cristo, pois estaria reafirmando sua descrença agora na presença do Messias.

A incredulidade que assolou Tomé também nos assola e é o resultado de nossa fragilidade moral, mas devemos relembrar as palavras do Cristo, chamando de bem-aventurados os que não O viram, mas Nele creem.

O Espiritismo também nos traz provas de que a vida continua no além-túmulo e, apesar de terem se passado mais de 150 anos da codificação kardecista, há os que ainda querem provas da conexão com o plano espiritual.

Sigamos com nossa fé no Mestre e nos espíritos superiores que nos auxiliam nesta jornada de aprendizados diários. Aí está nossa verdadeira fé e todas as respostas se encontram no Consolador prometido, desdobramento
das lições de Jesus.