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A ciência se une ao espiritismo

Com grande alegria vemos estudos de renomadas instituições e cientistas no mundo avançando no entendimento da complexidade do espirito em suas diversas fases de evolução, fazendo alusão à cognição, aos sentimentos, ao livre-arbítrio, à consciência.

E a Doutrina Espirita, como campo de revelação das Verdades Superiores, através dos luminosos mentores que dirigem o movimento libertador na Terra, contemporânea, já nos traz estas revelações desde seu início, clareando a obscuridade de nossa ignorância.

Há alguns anos diversos estudos demonstram a possibilidade de sentimentos nos insetos, através da observação de suas reações e de seus hormônios e neurotransmissores.

Outros estudos que se utilizam da ressonância magnética comprovaram que os cães têm sentimentos, estendendo conclusões preliminares de que muitos outros animais têm sentimentos. 

Isto sem falar do compilar de estudos de várias partes do mundo que resultou na declaração de Cambridge, concluindo após a observação detalhada do cérebro de muitos animais que estes nossos parentes próximos são dotados de consciência, livre-arbítrio e sentimentos.

Mas é Erasto, já no ano de 1861, em O Livro dos Médiuns, quem nos traz a conclusão lógica que nossas observações percebem:

“Reconheço perfeitamente que há nos animais aptidões diversas, que certos sentimentos, certas paixões idênticos às paixões e sentimentos humanos se desenvolvem neles”.

E Emmanuel, na questão 322 do livro O Consolador, pela psicografia de Francisco Candido Xavier, que nos fala do desenvolvimento do amor ao longo da passagem do espírito pelos diversos reinos, durante a evolução:

“Desde as manifestações mais humildes dos reinos inferiores da Natureza, observamos a exteriorização do amor em sua feição divina. Na poeira cósmica, síntese da vida, as atrações magnéticas, nos corpos simples vemos as chamadas “precipitações” da química, nos reinos mineral e vegetal verificamos o problema das combinações indispensáveis. Nas expressões da vida animal observamos o amor embutido em tudo, em gradações infinitas, da violência a ternura, nas manifestações do irracional. No caminho dos homens é ainda o amor que preside a todas as atividades da existência em família e em sociedade. Reconhecida a sua luz divina em todos os ambientes, observaremos a união dos seres como um ponto sagrado, de referência dessa lei única que dirige o Universo.”

Destacamos em separado a referência que nos faz Emmanuel, reforçando a união dos seres como ponto sagrado da Lei de Amor, norteando nosso passos, como Espíritos em humanização, capacitados da compreensão da presença de Deus em tudo e em todos.