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As etapas da nossa evolução

Ao olhar o dia, o sol, as belezas incontáveis da Terra, a imensa flora que reveste o solo terrestre e o mar; a dinâmica impressionante de cores, as inúmeras modulações de tamanhos, de diversidade de folhas; os odores magníficos que partem de todo o reino vegetal, ficamos surpreendidos.

Ao observarmos o que nos ensina a Doutrina Espírita, refletindo sobre as diretrizes de  Emmanuel no livro “A Caminho da Luz”, compreendendo as orientações de André Luís no livro “Entre Dois Mundos”, entendemos com quantos corpos físicos conta o espírito, no planeta Terra, em seu processo de evolução. 

Ainda com a consciência dormente, transita entre incontáveis modelos para desenvolver a inteligência e a sensibilidade, de acordo com o estágio em que se encontra.

A criação divina está muito além de nossa compreensão. A expansão da consciência que se inicia no reino mineral, nos surpreende com magníficas observações. Transita o espírito pelos diversos modelos e colabora de acordo com o seu estágio evolutivo com todo o planeta Terra. 

É fato, amigo leitor, que sem esse componente no planeta, não seria possível que nós, espíritos em fase de humanidade, pudéssemos estar reencarnados. 

A presença dos companheiros espirituais em estágio relativamente novo no processo de evolução — após o trânsito pelo reino mineral, ocupando agora os corpos do reino vegetal — é essencial. Como é fundamental a nossa presença na conservação e nos cuidados para que tenham as condições necessárias para evoluir.

É necessário compreender,  pelo olhar do espírito, com o entendimento trazido pela Doutrina Espírita, com as lições maravilhosas do Consolador Prometido, o trânsito do Espírito. Dessa forma, vamos nos render à magnífica diversidade de modelos físicos que existem na Terra para que seja possível, ao espírito, em todas suas fases de evolução, encontrar nos diversos reinos tudo de que precisa para evoluir na Terra, planeta de provas e expiações. 

Tal observação, à medida que for assimilada por nossa alma, o nosso íntimo, vai criar dentro de nós uma harmonia, uma paz. Assim, sentiremos gratidão. Esse sentimento profundo de fraternidade vai  permitir que compactuemos não somente com os diversos reinos e todos os nossos irmãos em todos os estágios evolutivos na Terra, mas também com o Mestre Jesus e com os trabalhadores luminosos do bem, responsáveis pela coordenação da evolução na Terra. 

O sentimento que modula todo o processo do estágio do espírito terráqueo é o amor. E ao compreender isso, finalmente, passamos a nos vincular de maneira profunda ao amor universal.